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Fiscalização de combate à pirataria contou com mais de 100 agentes de órgãos Federal, Estadual e Municipal


Na terça-feira, 30, o Conselho Estadual de Combate à Pirataria de Santa Catarina (CECOP/SC), órgão vinculado a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, iniciou uma ação integrada que fiscalizou e apreendeu cerca de 20 mil produtos ilegais no centro de Florianópolis.

A operação, que envolveu mais de 100 agentes da Guarda Municipal, a Superintendência de Serviços Públicos, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Receita Federal, Ministério Público de Santa Catarina, Procon Estadual, Instituto Nacional de Metrologia (INMETRO), Secretaria Estadual da Fazenda e IMEPPI (Instituto Meirelles), foi concluída na manhã de quarta-feira devido à quantidade de produtos irregulares.

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A ação se concentrou no centro da cidade, principalmente em galerias de lojas localizadas nas ruas Deodoro e Conselheiro Mafra e apreendeu produtos como roupas e calçados. Uma quantidade expressiva de eletrônicos foi apreendida pela Receita Federal que deu o prazo de uma semana para os empresários apresentarem notas fiscais. Em operações como essa, a Receita Federal foca em produtos importados, o INMETRO em produtos nacionais que não possuem o selo de qualidade e o Procon como autoridade coautora de pirataria de marcas.


O presidente do Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop), Jair Schmitt, explica que o setor produtivo, o Estado, a União, e consequentemente a sociedade, saem prejudicados com a venda de produtos irregulares: “O setor produtivo deixa de movimentar em torno de R$100 bilhões e o Estado e a União deixam de receber cerca de R$46 bilhões de impostos”.

Foto: Divulgação